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4WD |
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DICAS
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Utilizando corretamente todas as virtudes do macaco hi-lift |
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É
o equipamento essencial para quem anda por trilhas e regiões de tráfego
difícil. Tarefas que exigem levantar o veículo, puxá-lo para trás, para
o lado e para frente, tem no Hi-Lift o equipamento perfeito para o serviço.
Um pouco desajeitado para se acomodar junto a bagagem, tem na sua praticidade
a recompensa do peso extra, além de ser uma alternativa para quem não
tem um guincho. Uma de suas muitas virtudes, dependendo do modelo escolhido,
é a de levantar um veículo até 1,5 m de altura. Isto é muito útil em
uma trilha ou memo em uma manutenção de emergência, durante uma viagem.
Outro detalhe é que sua garra fica apenas a poucos centímetros do solo,
possibilitando mesmo com o veículo muito atolado, encontrar facilmente
um ponto de apoio para tentar contornar o problema. |
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35 dicas para você
gastar menos com combustível |
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1.
Não é necessário esperar o motor aquecer. Saia logo que ligar seu jipe;
apenas não force o motor nos primeiros minutos. |
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Equipamentos off-road e sua utilização |
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Bloqueio
de Diferencial:
Com a função de anular o efeito do diferencial permitindo à transmissão
enviar o mesmo torque para as duas rodas do eixo. Deve ser usado somente
em obstáculos mais radicais quando uma das rodas estiver girando em
falso. Pode ser instalado no eixo traseiro - o que é mais comum -, no
dianteiro ou em ambos. |
Patesca:
Roldana muito utilizada para duplicar e/ou guiar a direção do cabo do
guincho. Usada em conjunto com o guincho, permite que sua força seja
duplicada. Item fundamental para se ter associado ao guincho. Fabricada
em aço galvanizado
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Dicas de Manutenção para Land Rover |
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LIMPEZA
DO FILTRO DE AR DO MOTOR FREIO
A DISCO |
siga as instruções do manual e proceda a
drenagem do filtro sedimentador do combustível. A presença de água no
combustível é prejudicial aos componentes de injeção (bomba e bicos
injetores) existe um filtro decantador na linha de combustível a fim
de promover a fácil drenagem da água decantada com a passagem do combustível.
Barreira, Marco Túlio.Dicas de manutenção para Land Rover, Tribo 4x4 Off-Road, Contagem-MG, nº 12, ano 03, |
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Terrenos difíceis
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Mata
fechada |
Barro/Lama
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CUIDADOS COM SEU JIPE ANTES DA TRILHA |
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Durante a trilha, seu chassi e suspensão trabalharão bastante, a embreagem o todo tempo sendo solicitada, o motor alternando momentos de torque máximo e de alta rotação; a temperatura ambiente pode estar alta ou muito baixa dentro das trilhas. E você que adora seu Jipe, a natureza e os desafios precisa ter o cuidado de prepará-lo para a trilha e aprender a reconhecer os sinais que seu veículo transmite durante e após a mesma. Qualquer pequeno problema que muitas vezes convivemos no asfalto se transforma em um enorme na trilha, porque você estará distante de tudo e ainda será o “ancora” do grupo. Jipeiro é solidário, mas brincar na trilha é muito mais divertido. Abaixo segue alguns cuidados a seguir :
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TÉCNICAS BÁSICAS PARA OFF-ROAD |
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Ao trafegar por estradas de terra é sempre bom deixar o jipe com tração 4x4 ligada, para ter maior dirigibilidade e segurança (não esqueça de ligar as rodas-livres se forem do tipo manuais!). Outra vantagem é que se você precisar usar a reduzida, como por exemplo numa subida íngreme, o jipe já estará 4x4. Para vencer alguns obstáculos, como por exemplo atravessar lamaçais e erosões, e bom esvaziar um pouco os pneus. O quanto de pressão vai depender de cada modelo de pneu e da sensibilidade do piloto. Pressões entre 12 e 16 psi são muito usuais entre os jipeiros. Não esqueça que os pneus devem possuir câmara, pois se não eles podem sair da roda !!! Para atravessar rios e alagados, é prudente certificar-se da profundidade e do tipo de terreno que está de baixo d'água - alguém vai ter que se molhar... Uma dica é não acelerar muito para não aumentar a coluna d'água na frente do jipe. O uso da reduzida também é recomendado. |
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DICAS PARA TRILHA. |
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É
comum ouvir histórias impressionantes envolvendo Off-Roaders sem experiência.
Se o carro ou o piloto não estão bem preparados , a trilha será lembrada
como a mais demorada, a mais difícil ou aquela em que o 4x4 foi rebocado
o tempo todo, recebendo o apelido de "ROLHA DE TRILHA" pois entope o
caminho. |
NIVA
LAND
ROVER - DEFENDER
Por - Luiz Fraga - Revista 4x4 & Cia - Dezembro de 2004 |
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Dicas
sobre Hélices |
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Pouco
conhecida nos Off-Roaders, a hélice é um dispositivo importante no circuito
de refrigeração dos veículos . Se estiver mal balanceada, por exemplo,
causa vibração no motor e pode destruir rolamentos ou causar estragos
maiores. |
ACOPLAMENTOS |
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Cuidados
a serem tomados com seu GPS |
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Ou seja, por uma janela que se abriu seu GPS tem acesso a alguns satélites,
ele chega a receber o sinal, mas quase que ao mesmo tempo receberá o
mesmo sinal que foi rebatido na montanha oposta mais alta. Para ser
mais simplista, é o mesmo efeito de sombra no seu televisor quando possui
antena externa. O GPS lê este sinal atrasado (refletido) e o calcula
também, dando uma localização errada do ponto em que se encontra. |
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Dicas
para uma boa viagem. |
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É
importante ter uma lanterna, um canivete e algumas peças extras, como
por exemplo, a correia do radiador e alguns fusíveis, para o caso de
precisarem ser substituídas. Por Carlos Alberto da Costa - Tribo Off-Road - Ano 3 - Nº 12 |
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Dicas para pegar pesado
com seu 4x4. |
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A consepsão ideal para o
melhor veículo de obstáculos é composta por eixos
rígidos, com molas helicoidais de grande curso. PNEUS:
Os pneus tem que ser grandes, principalmente
em diâmetro. Evite pneus largos , eles forçarão
a suspensãoe o sistema de direção. CAIXA
DE TRANSFERÊNCIA:A caixa de transferência
deverá ser reestudada devido ao aumento do diâmetro do
conjunto |
CÂMBIO:
Deve ter o maior número possível de marchas e bons engates,
o que possibilita a troca rápida em situações em
que haja necessidade.Capriche na escolha de embreagem pois ela tem que
ser robusta. |
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Dicas Para o uso do Freio de Mão |
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![]() AUXÍLIO PRECIOSO Na falta do freio de serviço, o freio de mão está sempre presente, para dar apoio e força nas emergências. Um freio convencional (de serviço ou pedal) parte de um sistema hidráulico. Já o freio de estacionamento é um sistema baseado em um cabo de aço ou varão - tirante ou haste com rosca nas duas pontas que permite uma regulagem em algum ponto do sistema. É portanto, totalmente mecânico, menos sujeito a problemas hidráulicos (vazamentos, sujeira no óleo...) e, teoricamente, a avarias. CAVALOS DE PAU Na grande maioria dos 4x4, o freio de estacionamento é acionado por cabo e se encontra antes da transmissão traseira, ou melhor, entre a saída da caixa de transferência e o cardan traseiro. Isto significa que o tambor e as lonas estarão freando o pinhão do diferencial, que por sua vez, freará a coroa e descarregará todo o torque (esforço) nos dentes do conjunto coroa/pinhão. Devido a este arranjo mecânico, não se deve (podendo ser até mesmo desastroso) tentar dar um "cavalo de pau" com um veículo 4x4 equipado com o freio de estacionamento na transmissão. Ao frear o veículo em movimento, a inércia fará com que o pinhão ou a coroa sejam destruídos. Portanto, informe-se antes de tentar esta operação a fim de saber se o freio de estacionamento de seu 4x4 fica na transmissão ou não. Pior ainda se o veículo tiver freio de estacionamento no cardan e transmissão 4x4 permanente, pois o "Bicho" vai frear as quatro rodas e pode causar grande prejuízo. A grande vantagem deste sistema é frear muito mais que o convencional (descrito abaixo), pois ele aproveita a relação de redução do diferencial e torna-se realmente "potente". Um outro sistema existente, que equipa algumas versões do Willys e outros 4x4, é o freio de estacionamento convencional, nas rodas traseiras, como nos carros de passeio (4x2) com freio a tambor atrás. Um cabo de aço aciona os patins do freio; os mesmos patins que são acionados hidraulicamente quando se pisa no pedal. A desvantagem principal deste sistema é que o torque do freio não é aumentado pela transmissão, que usa a relação de redução do diferencial para aumentar o poder de frenagem. PROBLEMAS Mesmo sendo mecanicamente simples, o sistema de freio de estacionamento está sujeito a problemas. Vamos listar os mais importantes, tanto no sistema de freio na transmissão como nas rodas. ![]() Use sempre um calço antes de erguer seu 4x4 para a troca de pneus 1- SISTEMA TRAVADO POR SUJEIRA: muito comum na prática do off-road. A vedação do tambor e das lonas não é muito eficiente e deixa a lama e a areia entrarem, travando o sistema. Se o freio travar solto, menos mal, apenas ficaremos sem o freio de estacionamento. Se travar preso, má notícia: uma desmontagem do sistema deverá ser feita quanto antes, a fim de limpar e engraxar todos os componentes de sistema. Ajuda se você estiver com um martelo ou marreta e der algumas batidas na lateral do tambor é feito de ferro fundido e pode quebrar. Costuma-se desengripar o sistema desta maneira, desmontando-o assim que possível. O travamento freado costuma ocorrer em locais com grande umidade relativa (praia) e calor, causando problemas sérios . Aconselha-se ,nesses casos , não "abusar" da alavanca e estacionar seu 4x4 com a marcha engatada
O tambor imobiliza o carda, que por sua vez imobiliza o pinhão e em seguida imobiliza a coroa e depois as rodas. |
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Dicas sobre o estado
das velas.
Uma vela boas condições é essencial para garantir o bom funcionamento do motor. |
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A
aparência dos eletrodos e do isolador revela informações sobre o funcionamento
da vela, o combustível e o motor. Analisando o estado da vela você
pode identificar o problema do motor. Mas antes da avaliação, duas
condições devem ser satisfeitas: |
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Dicas Para Travessias
de Rios
Muito além do snorkel Todo proprietário de 4x4 pensa em realizar travessias por locais alagados. Mas antes de encarar o "mergulho" é importante "vestir" o carro com equipamento adequado. |
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Em
primeiro lugar, é bom saber que os motores movidos à diesel (ciclo diesel)
e motores a gasolina , álcool ou gás natural veicular(ciclo Otto) necessitam
de preparações diferentes. Esses últimos pedem mais cuidados, mas alguns
fatores são idênticos para os dois sistemas. O ar não deve conter água,
portanto instale um Snorkell, (tomada de ar elevada) para garantir que
o ar "respirado" pelo motor esteja livre da água. Outra vantagem do
Snorkell (eles são normalmente instalados a grandes alturas) é que o
ar aspirado será mais limpo e frio que o captado debaixo do capô. O
motor irá trabalhar com mais fôlego e sua performance será otimizada.
Diversos fabricantes nacionais já estão capacitados para produzir o Snorkell e , como este serviço é de grande responsabilidade, é melhor delega-lo a uma empresa competente testando o equipamento no final do trabalho. Para fazer o teste, ligue o motor, tampe a entrada de ar elevada e veja se alguma das mangueiras de entrada de ar para o coletor (Diesel) ou para o carburador/injeção (Otto) se contraem. Se uma das mangueiras não se contrair , está entrando ar por algum lugar. Continue o teste e veja por onde o ar está entrando. PARTE ELÉTRICA Uma vedação perfeita em todo o sistema elétrico (fios de vela, cachimbos das velas, bobina e distribuidor) deve ser feita, já que a água é boa condutora de eletricidade, tornando difícil a faísca saltar exatamente no local onde se quer que ela salte, ou seja somente na vela. Molhar o distribuidor é também um problema sério. Provavelmente o motor irá parar de funcionar assim que a peça seja atingida. Para evitar isso, deve-se "embalar" o distribuidor.Já existem no mercado nacional embalagens apropriadas, porém o mais prático é usar uma luva cirúrgica com a ponta dos dedos furadas e passando os cabos por eles, fazendo com que os mesmos fiquem completamente envolvidos pela luva, vestindo o corpo distribuidor com a parte maior. Com um pouco de sorte será possível passar o trecho alagado sem problemas. Lembre-se de tirar a luva logo depois pois pode acontecer de ela derreter com o calor do motor (ou mesmo um ataque por óleo do cárter ou gasolina) e grudar, fazendo uma sujeira enorme. É sempre bom carregar um spray (tipo WD40), caso ocorra problema. Abra a tampa do distribuidor e aplique. Aguarde alguns minutos, pois esses sprays são geralmente combustíveis ; se você tentar ligar o motor corre o risco de pegar fogo na tampa. Pulverize também as velas (nos cachimbos) e na tampa da bobina. Alternador Essa peça deve ser razoavelmente protegida, mas não pode ser vedada por completa sob pena de queima por falta de ventilação. A maioria dos alternadores é construída para agüentar os "desaforos" de um mergulho, mas o dia seguinte pode ser penoso. Muitos veículos tiveram problemas com alternador dias depois , principalmente devido à infiltração de água e lama nas escovas, prejudicando o seu funcionamento e, pior, a lâmpada espia do painel não acende, pois o alternador gera energia, só que em quantidades menores que a necessária para carregar a bateria. Como o consumo é o mesmo , fatalmente a bateria sofrerá descarga, causando problemas posteriormente. MOTOR DE PARTIDA Após o mergulho, verifique seu funcionamento. As partes críticas são as buchas, as escovas e o bendix. Se houver problema, será preciso desmontar e limpar cuidadosamente o mecanismo. Uma boa limpeza resolve 90% dos casos. Se o problema persistir, leve a peça a um especialista. EMBREAGEM Espere problemas se o sistema não for 100% blindado(Land Rover Defender, por exemplo). Evite pisar na embreagem durante o mergulho; escolha uma marcha e continue até sair do alagado, evitando que água e lama penetrem nas interfaces disco/volante e disco/platô. O rolamento será atingido, o que vai ocasionar problemas no futuro. Como a desmontagem não é simples, se o rolamento fizer barulho após o mergulho, troque-o . |
TRANSMISÃO
Diferenciais, câmbio, caixa de transferência e rótulas dianteiras usam em sua maioria óleo EP90 (consulte sempre o manual do proprietário de seu veículo) e, devido ao atrito nas engrenagens , existe uma geração de calor dentro dos mesmos, o que obrigou os projetistas a instalarem respiros - caso contrário a pressão subiria muito, prejudicando o trabalho dos retentores. Quando se submerge, o óleo se resfria rapidamente, criando uma pressão negativa dentro das respectivas caixas, succionando água e lama para dentro delas. Ao ser misturado com água, o óleo perde suas características lubrificantes e protetoras (corrosão), podendo causar danos à transmissão. O respiro existente deve ser alongado com um adaptador. Procure uma peça que tenha a mesma rosca do respiro de um lado e que permita também a colocação de um tubo ou mangueira flexível (PVC, por exemplo) que será então leveda até uma altura condizente com o resto da preparação . Verifique o óleo de toda transmissão após cada mergulho e troque se estiver contaminado. Normalmente não há como proteger os rolamentos dos cubos de roda contra a ação da água e da lama. Portanto, faça uma manutenção preventiva nos mesmos, substituindo sempre a graxa contaminada e regulando os cubos novamente. Depois de lavar o carro, lubrifique novamente as cruzetas e cardãns, lembrando-se que esta operação deve ser feita sempre após as lavagens, pois o jato de água retira o lubrificante. FREIOS Veículos que usam sistema de freio a tambor (geralmente os antigos) vão sofrer mais , já que a água e a lama travam o funcionamento dos reguladores, emperram os cilindros e diminuem a vida útil das sapatas. Para evitar surpresas - o rendimento do freio diminui sensivelmente com umidade- logo que sair da água ande com o pé esquerdo no freio, freando e acelerando ao mesmo tempo. O calor gerado secará as sapatas e o resto do sistema, preservando-o. Sapatas do freio de estacionamento são muito vulneráveis à sujeira, travando sempre no dia seguinte, imobilizando o carro. Em veículos co freio a disco, a limpeza é automática, dispensando qualquer cuidado adicional. Apenas verifique com mais freqüência o estado das pastilhas. Na dúvida repita o mesmo procedimento do sistema a tambor. Se o reservatório do fluído de freio estiver localizado em uma altura menor que a escolhida para o mergulho, será necessário elevar o mesmo. O fluído de freio tem características higroscópicas, absorvendo grandes quantidades de água, o que certamente irá danificar todo o sistema, comprometendo a segurança. COMBUSTÍVEL Todo o tanque de combustível é provido de respiro, pois sem a entrada de ar é impossível a saída do ar combustível. Se o respiro for feito na tampa do tanque (usual em alguns veículos), uma adaptação deverá ser feita, trocando a tampa original por um modelo vedado e instalando um respiro em outro local do tanque. O pescador (tubo que succiona o combustível de dentro do tanque) capta o líquido do fundo do tanque e, como a densidade da água é maior que a da maioria dos combustíveis (a água vai para o fundo), irá enviar primeiro água ao motor. Certamente haverá danos em partes internas do propulsor, particularmente as que são envolvidas com o combustível. Conclui-se, então que nada adianta instalar um Snorkell de dois metros de altura e manter o respiro do tanque com meio metro. Atravessar um alagado talvez seja fácil para o motorista. Mas se o carro não estiver adequadamente preparado, ele é que sentirá os efeitos negativos do mergulho. Portanto previna-se!!!!!!! Por Luiz Fraga - revista 4x4 - Ano 9 - Nº 107 |
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Dicas de Pilotagem
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1
- Quando devemos usar a tração? |
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